Será que sou uma Desperate Housewife?!

Fonte: imageshack.us

O último post que escrevi sobre a loucura da maternidade, recebi interessantes comentários sobre experiências semelhantes, me dando a maior energia para me manter firme e forte! E como bônus, ainda fiz uma espécie de limpeza mental sobre as dificuldades e desesperos do momento presente, podendo sorrir e até gargalhar desse festival de horrores ao reler o post. O que cá entre nós, é extremamente saudável! P.s: está nevando de novo, não tem aula, as crianças estão em casa trancafiadas e eu preciso de um refúgio psicológico.

Buscando continuar a terapia, resolvi escrever sobre as agruras de ser uma “do lar”. Profissão: mãe, dona de casa, secretária, motorista (na ordem que a necessidade surgir).

A minha vida toda fui “treinada” para ser uma profissional bem sucedida. Sem delongas, sou formada em administração, com especialização em marketing. Acho até que estava indo no caminho certo para isso, gostava do que fazia, fazia bem feito (sem modéstias)  e estava sendo reconhecida. Nesse meio tempo casei e então começamos as mudanças pelo mundo…

Estou completando 10 anos de casada nesse mês e já nos mudamos, deixe-me ver… 5 vezes de lugar (fora as mudanças na mesma cidade), assim nunca tive grandes possibilidades de crescer profissionalmente, pois sempre surgia a questão: quem ganha mais? qual a melhor oportunidade? E não me faço de rogada nem vítima não, escolhemos nossos destinos. Tudo junto, como uma equipe. O que era melhor para a coletividade. Assim, comecei a me tornar uma dona de casa profissional.

Aqui nos EUA é mais fácil, pois ninguém lhe pergunta: “o que vc faz?”, porque a sociedade valida e acha totalmente normal cuidar dos filhos e da casa. No Brasil, você é vista como uma mulher desinteressante e sem muito conteúdo. Falo isso, pois passei diversas situações em que me perguntavam: “Patrícia de onde?”

Ainda no Brasil, quando não tinha filhos, mas estava grávida, conheci uma grande amiga (ela sabe quem é) que me ensinou muito dessa “profissão”. Cuidar da casa com esmero (bem antiga a expressão né?). De tudo mesmo, do marido (roupas, marcar médico, dar beijinho quando sai de casa…) até decorar a casa para que ela seja o melhor lar possível. Não precisa necessariamente fazer, mas precisa providenciar.

Apesar de saber que algumas de vocês vão achar que isso é submissão das brabas, não sou acéfala não, mas eu penso que já que eu passarei um bom tempo da minha vida fazendo isso, que seja bem feito. Que não seja acidental minha vida, mas sim proposital. Além do mais, com as crianças, eu sinto uma necessidade de realmente criar um bom ambiente de lar e cuidado, pois eles crescem com exemplos.

Não estou falando em ser uma Bree, aquela perfeitinha do seriado Desperate Housewives, tipo comercial de margarina e sim fazer o melhor que posso (não necessariamente o the best). Gerar as melhores lembranças na vida dos meus filhos, minimizando ao máximo essa distância que vivemos da família. Pois na minha opinião esse é um dos maiores perigos de quem cresce longe dos parentes, não ter muito senso do elo que une uma família.

Ainda estou “aprendendo” essa profissão que eu não abracei, mas que me agarrou. Com altos e baixos, sucessos e fracassos, momentos de pedir “demissão” e outros de “promoção”, descobri que preciso mais do que nunca ser eficiente, dinâmica, multitarefas, versátil, criativa. Desculpa pessoal, sem ofertas de trabalho ok? Sou uma satisfeita “desperate housewife”.

Um comentário em “Será que sou uma Desperate Housewife?!

  • fevereiro 1, 2011 em 6:23 pm
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    Paty!!!Impossível não se comover com esta estória…Trabalhei contigo e até hoje cito teu nome como exemplo…Paty Pfau Lopes, grande profissional de MKT!!!
    A tarefa que tens é das mais especiais! Tenho este mesmo sentimento…Como fui a responsável por “tirar” o meu “núcleo familiar” da cidade em que vivíamos, tento fazer malabarismos para que nada falte…principalmente contato familiar e de grandes amigos!!!
    Sei que serás sempre um grande exemplo para tua família…e grande orgulho para teus filhotes!!!Beijos, com saudades das conversas na van, Lu

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    • fevereiro 1, 2011 em 11:28 pm
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      Poxa Lu, só vc para levantar assim meu astral! Vamos levando ne? Hj foi um dia que fiquei trancada em casa, de pijamas, somente sobrevivendo com eles. Tem dia que dá e tem dia que não.

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  • fevereiro 1, 2011 em 7:26 pm
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    Patrícia,
    Já estive bem sentadinha exatamente neste lugar onde te encontras agora, com os mesmos sentimentos, e te garanto uma coisa: ISSO PASSA! Não só passa, como vais sentir saudades de todo esse angu.

    Quanto aos vínculos familiares, eles são muito mais fortes do que imaginas, e mesmo tendo criado meus filhos muito longe da família, eles são muito mais próximos da família do que outros primos que cresceram perto do núcleo familiar. É claro que é preciso cultivar os laços de família, mas a qualidade dos relacionamentos é mais importante do que a quantidade.

    Vai chegar o dia em que vais ter tempo de fazer tudo o que te passar na cabeça, desde retomar tua profissão, até começar algo completamente novo, como eu fiz, e vais descobrir que tua carreira de mãe-doméstica-motorista-etc-etc-etc vai ser de muito valor como experiência para qualquer coisa que fizeres. Além disso, ao dar esta base para os meninos, eles vão estar preparados para lidar com o mundo sem a tua intervenção constante, como se vê tanto nos adolescentes de hoje em dia, que são superprotegidos na infância e não sabem se virar depois. A melhor coisa que uma mãe pode ouvir do filho é “Eu não preciso de ti para fazer isso” – sinal de que fez um trabalho bem feito. Mãe tem que se tornar dispensável, caso contrário, não fez bem o seu trabalho.

    um beijo grande,
    Anete

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    • fevereiro 1, 2011 em 11:30 pm
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      Anete querida, como vcs estão? vc aliás é uma fonte de inspiração para mim nesse processo todo. Sabes disso ne? Tudo muito parecido em nossas vidas. Tomara que meus lindos fiquem bem “nutridos” de amor como os teus. Bjs

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  • fevereiro 1, 2011 em 7:35 pm
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    Olá Paty! Quanto tempo!!! Quem diria que aquela profissional que entrevistei agora é “doutoranda” na profissão mais importante e mais desafiadora que exite… fico bem feliz em saber que vocês estão bem. E tenho certeza que você sentirá muito orgulho de ter dedicado este tempo para sua família, pois seus filhos são pequenos por enquanto e é nesta fase que eles mais precisam de você. Sinta-se privilegiada em poder estar com eles, pois encontro diariamente muitas mães que gostariam de poder fazer isto, mas não podem. Parabéns pelo empenho e pelo alto astral, pois entendo bem o que você passa! Bjs Bere

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    • fevereiro 1, 2011 em 11:35 pm
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      Oi Bere, que bom ter noticias suas. Pois é, agora minha historia é outra… um grande bj a vc e a família.

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  • fevereiro 1, 2011 em 7:51 pm
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    Adoro suas “historinhas”, amiga… e me identifico muito com elas também, apesar da minha situação, digo, situação geográfica, ser mais favorável que a sua.
    Agora estou de férias de filhos… todos nas casas da avós (leia-se minhas duas sogras…rs), e já estou começando a pensar no “perrengue” que vai ser esse ano… me dá arrepios… será que eu dô conta?
    Depois que eles crescem, as tarefas mudam um pouco… o grandão (que só tem tamanho) já quer sair com os amigos, inglês, uma tem natação, o outro quer porque quer jogar futebol… lá vai a mãe… e lá vem a Alice em maio também pra completar o circo… imagina mais um bebezinho no meio dessa “muvuca” toda… ufa!… já tô cansada, só de pensar!
    Mas de uma coisa eu tenho certeza… a gente tem uma força que não se sabe bem da onde vem, mas ela está ali, dentro da gente, que nos salva nos 45 minutos do segundo tempo… e aí daqui a pouco estamos prontas pra outra. Não sei… é amor, é dádiva de mãe, é vontade de querer ver nossos filhos bem e felizes.
    Que Deus continue nos iluminando e nos mostrando o melhor caminho. E deixa a vida seguir… Um beijão pra vocês todos!!

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    • fevereiro 1, 2011 em 11:34 pm
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      Fabia, adoraria reve-la barrigudinha. Se vc diz que dá certo, eu acredito amiga. Com 3 e uma quarta no caminho, só tendo coragem e paciência. Aproveite a ajuda dos parentes que estão em volta, pois acredite, são preciosos.

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  • fevereiro 1, 2011 em 9:38 pm
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    Paty… parecia que lia a historia da minha vida…. e lendo os comentarios parece que mais pessoas se identificam com essa estoria tambem!!!! Parabens!!
    Quando as pessoas me perguntam se eu gosto de ficar em casa com as criancas eu sempre respondo feliz que eu AMO, as vezes acho que nasci para isto, mesmo sabendo assim como voce, que carrego uma excelente experiencia profissional. Trocamos reunioes, clientes, planilhas, e saltos altos, por chupetas, mamadeiras, fraldas sujas e sapatos confortaveis.
    Ser mae tempo integral eh sim trabalhar 24 horas por dia, 7 dias por semana, e sem direito a ferias (que no nosso caso nem podemos “despachar” os filhotes para a casa das vovos!) E o salario no fim do mes???? Eh muitos abracos, beijos, sorrisos, “EU TE AMO MAMAE”.
    Uma amiga me disse que quando eu olhar para tras, NUNCA irei me arrender de ter largado o trabalho para ficar com as criancas!!!!
    O tempo passa tao rapido que logo eles estao grandes e a gente nem vai saber o que fazer com tanto tempo livre!!
    Beijos!!!

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    • fevereiro 1, 2011 em 11:39 pm
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      Sabemos que são anos preciosos, não Flavia? Carinhos e tempos despendidos que não podem ser acumulados e devolvidos em outro momento. Assim como o ditado, o olho do dono que engorda o negócio, o amor da mãe é que faz eles crescerem fortes emocionalmente e serem adultos preparados para suas próprias batalhas.

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  • fevereiro 1, 2011 em 10:45 pm
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    Pati
    Por essas e por outras..te acho um exemplo de pessoa,de mulher e com certeza de esposa.

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    • fevereiro 1, 2011 em 11:39 pm
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      Obrigada pelo carinho Pri. Espero que vc e sua família estejam bem!

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  • fevereiro 2, 2011 em 12:12 am
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    Adorei o seu post… na realidade adorei os dois sobre ser dona de casa, pois mesmo sem filhos, essa eh uma profissao que requer MUITA dedicacao…
    Estou numa campanha pedindo aumento salarial pelo excesso de trabalho 😀 hahahahahahahaha
    Beijos e muito bom humor pra todas nos!

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    • fevereiro 2, 2011 em 2:54 am
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      é isso aí Karina. Tem que pedir aumento mesmo, é hora extra, fim de semana.

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  • fevereiro 2, 2011 em 12:17 am
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    Minha filha.
    Que orgulho ler suas cronicas, ate com bom humor, sobre a sua rotina de mae. Tarefa nada facil, mas importante!!! Eh como eh.
    Tambem, de alguma maneira, me vejo nos seus comentarios e nas sensacoes que descreve. Fiz esta opcao para cuidar de voces. Nunca me arrependi.
    Emociona-me ler o que tem escrito.Sei que, quando a mae pode fazer esta escolha, estara tomando a decisao mais importante de sua vida e de seus filhos. As vezes, reconheco nao eh possivel…
    Alguns consideram careta, vida moderna exige que a mae trabalhe, realizacao profissional, e de outros bons motivos para escapar de muitas tarefas chatas e repetidas. Ha de se pensar mais longe e alto para entender as razoes desta decisao. Parabens, filha. Que Deus esteja sempre contigo e segurando suas maos qdo cansar e abrandando seu coracao. Minha bencao. Voce vem me supreendendo sempre. Um beijo. Sua mae

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    • fevereiro 2, 2011 em 2:52 am
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      Mãe, tenha certeza que o teu exemplo me fez ser a mãe que hoje sou. Um alicerce muito forte e sempre presente nos momentos marcantes de minha vida. Bjs

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  • fevereiro 2, 2011 em 1:15 am
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    Paty querida, curto de montão ler suas experiências, hoje ainda comentei com um amigo que gostaria de escrever um livro sobre a mulher com os desafios de carreira profissional vs mãe. Lembro que uma vez quando meu filho tinha 3 anos, me perguntou: Mãe porque vc precisa trabalhar. Tentei dar aquela resposta: para vc ter um futuro melhor pois para tudo se necessita de dinheiro e para ter dinheiro precisamos trabalhar. No outro dia ele me falou Mãe não vá trabalhar hoje , eu pago para vc ficar em casa comigo. Lembranças inesquecíveis e que doem até hoje. O importante é não nos arrependermos de nossas decisões e nem deixar cair nossa autoestima. Está no projeto deste ano ser mãe novamente e desta vez tenho como objetivo deixar por um tempo a carreira e investir nessa linda missão que é ser mãe e dedicar mais tempo para os pequenos porque lá no futuro colheremos os frutos de ver que valeu a pena…

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    • fevereiro 2, 2011 em 2:50 am
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      Uma das coisas boas de escrever no blog é ir reencontrando as pessoas queridas da vida. Fico feliz que vc esteja pensando no segundo filho. é uma loucura confesso, mas dá uma sensação deliciosa de família mais recheada. Bjs

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  • fevereiro 2, 2011 em 3:38 pm
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    Paty….realmente, a gente se imagina (e se torna) uma grande e competente profissional e almeja muito sucesso. Quando temos os filhos a coisa muda de figura. Pelo menos no nosso caso (e de muitas que já comentaram aqui) o foco mudou. E concordo com o que elas já escreveram. Cuidar dos nossos pequenos agora é o que eles mais precisam. Quando forem maiores, poderemos estar certas mesmo de que fizemos isso em boa hora. No Brasil, como tu falou, seríamos vistas com cara feia. Mas aqui na Suíça, como nos EUA, isso é beeeeeem normal também. Aqui o universo conspira para isso…é creche cara, são mais impostos que se paga se o casal trabalha fora….enfim….a sociedade acredita nisso, que este período que ficamos com nossos filhos, farão deles pessoas melhores no futuro. E eu também creio que será assim. Pelo menos estou me esforçando para isso e aproveitando este momento que estou vivendo!!!

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    • fevereiro 3, 2011 em 1:53 am
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      Obrigada Aninha, nossa sina, nosso destino, nossa profissão. Bjs minha amiga blogueira.

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  • fevereiro 3, 2011 em 4:01 pm
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    Querida Paty.Esta é a única missão qdo optamos.Que o Sr Deus abençoe á todos Vcs;principalte os PEQUITITOS.Saudade,but muita paciencia,AMOR e MÃE eternate.bjssssssssssss

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    • fevereiro 3, 2011 em 10:44 pm
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      Oi tia Sueli (não tem jeito), vou ser vovó e te chamar de tia… pessoas como a tia que me inspiram a ser a mãe que gostaria e posso ser. Bjs

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  • fevereiro 3, 2011 em 7:22 pm
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    Olá Patty! Pelos comentários acho que posso chamá-la assim, recebi sua mensagem de alguém que deva ser seu tio (José geraldo Reis Pfau- para mim o Pfau). Não podia deixar de comentar a maneira que você descreve o papel de mãe, esposa e companheira de uma forma tão bacana e feliz, sabendo valorizar cada momento. Parabéns !!!!!!

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    • fevereiro 3, 2011 em 8:29 pm
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      Claro, pode chamar assim, adoro Paty. é muito saber que as pessoas se identificam com os posts, empolga par continuar escrevendo.

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  • fevereiro 5, 2011 em 1:35 pm
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    Paty, como ninguem sei da experiencia que vc esta vivendo faco minhas as linhas tao bem escritas pela Anete nao tenho nada mais a acresentar,pois escrever nao e o meu forte, mais sabes que tbem optei por cuidar do meu filho ate a quase na adolescencia e nao me arrependo disso.
    E mesmo assim tive a oportunidade de crescer profissionalmente mesmo sem muito estudo, valeu a forca de vontade e a necessidade financeira na epoca.
    Optei por cuidar dele por varias razoes mais a principal foi a experiencia que tive quando menina , eu tinha + ou – uns cinco anos , e minha mae tinha a necessidade financeira de trabalhar, tinhamos recem chegado ao Brasil , longe de nosso convivio familiar, eu ficava sozinha quando minha irma ia para escola, eu ficava chorando ate minha mae chegar, nao era muito tempo mais para mim era uma eternidade, esse momento nunca se apagou de minha mente.
    Talvez, nao sei, esse foi o motivo de minha opcao, mais uma coisa eh certa.
    “A pessoa que ama, nao quer nada do outro mais sim tudo para outro”

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    • fevereiro 5, 2011 em 1:52 pm
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      Sim Sogrinha!! sei bem o que passastes na tua infância e fico feliz em saber que hoje compartilhas da vida de teus netos queridos.

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  • fevereiro 9, 2011 em 12:48 am
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    Paty adorei o seu post, não sei se vc se lembra mas fizemos o curso de Gestão de Projetos na Faap e vc estava grávida. Logo depois do curso eu fiquei grávida e aí foi a minha vez de parar tudo e me voltar completamente para a maternidade, o que para mim foi uma decisão feliz e que me completava.
    Emendei um filho no outro, vivi tudo com muita intensidade e foi muito bom.
    O engraçado é que agora as crianças cresceram, Enzo tem quase 3 anos e Giulia 1, sai de SP (supostamente a cidade das oportunidades) e voltei para o interior perto da minha família.
    E de repente onde eu menos esperava que teria oportunidades profissionais, tudo aconteceu…hoje estou empregada, na minha area e podendo me satisfazer profissionalmente sem deixar de lado o meu papel de super mãe.
    A vida surpreende mesmo e é como em um comentário que li aí em cima, tudo passa, os momentos vão surgir, as oportunidades aparecerão e nós mulheres de muitas tarefas vamos conseguir viver tudo satisfatoriamente.
    Aprendi muito com os meus filhos nesse momento só nosso exclusivo e sei que de alguma maneira eles estão se beneficiando de tudo o que está acontecendo agora.
    Nossa vida mudou mas isso é normal…mudar é crescer, aprender, desenvolver…não tenho como prever o futuro mas o presente está bom e assim vamos levando.
    Adoro seu blog, parabéns! Beijão

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    • fevereiro 9, 2011 em 1:17 am
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      Claro que lembro de você Melina. Fico muito feliz de “rever” pessoas e amigos da vida por aqui. Realmente é muito interessante perceber, na prática, que o universo conspira a favor quando fazemos o que é certo para a nossa vida. Esse blog para mim tem sido uma gostosa surpresa da vida. Consigo me conectar com as pessoas e continuar ligada com os meus pimpolhos. Não é uma profissão, mas tem me mantido ativa. Bjs e obrigada pelo carinho.

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  • março 1, 2011 em 11:18 pm
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    Paty, minha queridissima amiga! Que alivio ler o teu post! Alivio…no sentido que me indentifico com cada palavra que voce escreveu! Sabe que ate hoje, nos momentos baixos dessa profissao, me lembro um conselho teu…de valorizar a grande mulher que zela pela familia, que cuida e contribui para o crescimento e sucesso de todos…De controlar a vontade de fazer tudo ao mesmo tempo, fazendo uma coisa nova por dia….E se organizar para ter pelo menos um dia da semana para nos! Nao e facil, mas estou tentando…rsrsrs

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    • março 2, 2011 em 1:29 am
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      Fofis, vc sabe quem é a amiga que comento no post, né? 😉

      Resposta

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